Flávia Ferreira Batista — fisioterapeuta

Flávia Ferreira Batista, fisioterapeuta neuropediátrica no Recanto das Emas

Quem vai atender o seu filho

Sou Flávia Ferreira Batista, fisioterapeuta inscrita no CREFITO 11/464078-F. Atendo bebês e crianças em domicílio, exclusivamente no Recanto das Emas, com foco em desenvolvimento motor.

Estou cursando pós-graduação em Fisioterapia Neurofuncional Pediátrica e também formação em ABA — as duas em andamento. Faço questão de escrever isso com essa clareza: não me apresento como especialista antes de concluir o título, porque em saúde a precisão sobre a própria formação é parte do cuidado.

Escolhi o atendimento domiciliar por uma razão prática. A família que tem uma criança em acompanhamento já carrega uma rotina pesada de consultas e terapias. Ir até a casa tira uma barreira do caminho — e coloca a terapia exatamente onde a criança vive, aprende e repete o que treinou.

A neuropediatria me pede duas coisas todos os dias: técnica e paciência. Técnica para ler o que o corpo da criança está contando — o tônus, a preferência por um lado, o marco que ainda não veio — e paciência para transformar isso em brincadeira, porque é brincando que criança aprende movimento. É um trabalho que acontece no chão, no ritmo dela, e que só se sustenta quando a família entende o que está sendo feito e por quê.

Como eu trabalho

Três coisas que valem para todo atendimento

A avaliação vem antes

Nenhuma conduta é definida por telefone. O primeiro encontro existe para conhecer a criança, ouvir a família e entender o contexto.

O objetivo é funcional

O que se busca não é um exercício bem executado, é o que a criança passa a conseguir fazer sozinha na rotina dela.

A família participa

Quem cuida no dia a dia aprende junto. É a repetição entre as sessões que sustenta o desenvolvimento.

Sobre expectativa e honestidade

Você não vai encontrar aqui promessa de prazo nem garantia de resultado. Desenvolvimento infantil depende da idade, do quadro, da frequência e do que a família consegue sustentar — e qualquer número dado antes de conhecer a criança seria invenção.

O que eu posso garantir é o processo: avaliação honesta, objetivo combinado com a família e reavaliação ao longo do caminho. Se em algum momento a fisioterapia não for o que aquela criança mais precisa, isso vai ser dito.

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