Contato

Como falar comigo

O caminho mais rápido é o WhatsApp. A primeira mensagem chega à Central de Atendimento do site, que registra o contato, responde com um número de protocolo e passa a conversa para mim, no meu WhatsApp. Se você preferir só deixar o contato, o aviso que aparece enquanto você navega tem um formulário curto — nome, e-mail, WhatsApp e a região do atendimento. Nenhum dos dois caminhos pede diagnóstico, sintoma ou histórico, e eu peço que você não mande isso na primeira mensagem: o que for sobre saúde a gente conversa quando a conversa já estiver comigo.

Na primeira mensagem, basta dizer de quem se trata — um filho, o seu pai, você mesmo — e a sua região. O que você observou, você me conta quando a conversa já estiver comigo; com isso dá para dizer se faz sentido marcar uma avaliação e responder as primeiras dúvidas sem compromisso.

WhatsApp

Falar no WhatsApp

Ligações: (61) 99997-9393

Registro profissional

Flávia Ferreira Batista
CREFITO 11/464078-F

Onde eu atendo

O atendimento é domiciliar, em Brasília. A agenda é organizada por região, o que mantém o deslocamento curto e o horário confiável — veja a lista de regiões atendidas.

Por atender em domicílio, o endereço na Avenida W3 Sul, CRS 502, Bloco C, Loja 37, na Asa Sul, é administrativo e não recebe pacientes. O agendamento é sempre combinado antes pelo WhatsApp.

O que acontece depois que você manda a mensagem

Nenhuma conduta é definida por conversa — o primeiro encontro existe para conhecer a pessoa

A gente conversa primeiro

Você me conta de quem se trata, a idade e a região. Dá para esclarecer boa parte das dúvidas por mensagem, antes de marcar qualquer coisa.

Combinamos a avaliação

Marcamos dia e horário que caibam na rotina da casa — não no horário que sobra. Criança com sono não mostra o que sabe fazer, e adulto logo depois do remédio, também não.

A avaliação vira um plano

Saio da primeira visita com o que observei e um objetivo combinado com a pessoa e com quem cuida dela. Se a fisioterapia não for o que ela mais precisa, isso vai ser dito.

O que ajuda ter em mãos

Nada é obrigatório para a primeira conversa — nem encaminhamento médico. Mas se existirem, três coisas ajudam a entender o quadro mais rápido: relatórios médicos (do pediatra, do neurologista, o resumo de alta da internação ou da cirurgia), exames já feitos e o nome dos profissionais que acompanham a pessoa hoje.

Vale também anotar o que você observou e desde quando. Com criança: a idade em que sentou, engatinhou ou andou; se prefere sempre o mesmo lado do corpo; se parece muito molinha ou muito rígida. Com adulto: o que ela fazia sozinha antes e não faz mais, se houve queda, quanto tempo consegue ficar em pé ou sentada. São essas observações do dia a dia que a avaliação confirma ou descarta — quem convive vê coisas que uma sessão sozinha não mostra.

Prefere que eu retorne?

Deixe o seu contato e eu respondo pelo WhatsApp ou por e-mail. Perguntar não compromete nada.

+55

Aqui eu não pergunto nada sobre diagnóstico, sintoma ou histórico de saúde. Isso a gente conversa direto, quando você quiser.

Flávia Ferreira Batista — Fisioterapeuta — CREFITO 11/464078-F

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